Clara é uma dentista simpática e destrambelhada de 26 anos que garante: sua vida daria um livro! Isto simplesmente porque ela veio ao mundo com um grave defeito de fábrica: indecisão! Ela sempre foi assim. Dúbia, dividida, incomodada com partes inteiras. Instável. Tudo pra ela era meio, metade, pedaços. Mais ou menos bonita, altura mediana, nem gorda, nem magra. Cabelos castanhos claros, aquele tipo meio morena, meio loira com cachos ligeiramente anelados, mas não muito. Olhos azuis esverdeados (claro, nem verde, nem azul).
Incrível, mas ser dividida era parte natural de sua vida! E, como não poderia deixar de ser, até na hora do vestibular, evento que ela considerou o mais importante de sua vida por muitos anos, ela obviamente ficou dividida, MUITO dividida! E até que se fossem metades parecidas, tudo bem, mas eram metades terrivelmente diferentes, assim como seu coração que andava dividido entre Lucas, o velho namorado descolado, e o tímido Caio, seu amigo de classe. Um garoto com uma única paixão: a medicina.
Enquanto Clara sofria sem saber se seu caminho era odontologia ou publicidade, Lucas ou Caio, ser loira ou morena, fazer escova ou deixar os cachos, ser gordinha ou iniciar um regime, o tempo passou e ela percebeu que não era uma coisa nem outra porque passou a vida inteira sem fazer escolhas, apenas evitando-as. Uma hora a ficha acabou caindo e ela se viu escolhida pela solidão e decidiu que é hora de virar o jogo, afinal, sempre ouviu dizer que na vida ou você escolhe ou acaba sendo escolhida. Os dados foram lançados pelas mãos de um simpático arquiteto chamado Pedro, mas... e agora, qual será a sua decisão?
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Ficção e Realidade
Vocês vão conhecer, aos poucos, a história de Clara.
Minha protgonista recebeu esse nome em homenagem a Claire, a protagonista de Melancia, de Marian Keyes, a primeira personagem de chicklit que eu conheci.
Mas, não se iludam, Clara e Claire tem pouquíssimo em comum...
E Clara também não sou eu. Apesar de muitos críticos dizerem que as primeiras histórias são sempre auto-biográficas, essa não é minha história, talvez um pouco parecida, em alguns trechos.
Muitos de meus amigos podem se reconhecer em alguns personagens. Claro, eles fazem parte da minha vida e também fariam da minha primeira história. Mas, acreditem, nada é baseado na vida real, é pura ficção!
Minha protgonista recebeu esse nome em homenagem a Claire, a protagonista de Melancia, de Marian Keyes, a primeira personagem de chicklit que eu conheci.
Mas, não se iludam, Clara e Claire tem pouquíssimo em comum...
E Clara também não sou eu. Apesar de muitos críticos dizerem que as primeiras histórias são sempre auto-biográficas, essa não é minha história, talvez um pouco parecida, em alguns trechos.
Muitos de meus amigos podem se reconhecer em alguns personagens. Claro, eles fazem parte da minha vida e também fariam da minha primeira história. Mas, acreditem, nada é baseado na vida real, é pura ficção!
Porque será que eu ainda vou escrever um livro...
Era o ano de 2003 quando a literatura chicklit entrou na minha vida... Através do livro Melancia, de Marian Keyes (que mais tarde veio se tornar uma ídola na minha mania literária) descobri que adorava ler e falar sobre o universo feminino com toda sua futilidade, sentimentalismo e extravagância.
Só uma mulher consegue entender outra... Só uma mulher se interessa sobre outra. Saquei que essa era a essencia da chicklit e de onde vinha toda minha "doença" por este tipo de literatura.
Na sequência, vieram Férias, Sushi, Casório e todos os livros de Marian lançados no Brasil até hoje que eu corro para comprar a cada fim de ano.
Também conheci e me apaixonei por Helen Fielding, Sophie Kinsella e sua lunática Becky Bloon, Gemma Towley, Mina Ford e tantas outras divertidíssimas escritoras dessa linha.
Sempre senti falta de uma autora desse tipo em terras tupiniquins! Quem sabe até exista alguma por aí, que eu ainda não conheça, né?
A idéia de eu mesma escrever um livro nasceu de um momento de devaneio... Não tenho categoria para isso! Mas sempre gostei de escrever... falar de qualquer bobagem e, numa brincadeirinha, mostrando uma dessas bobagens para algumas pessoas entendidas do assunto, não é que me disseram que poderia dar certo.
Bem, se eu ou publicar um livro, ainda não sei, quem sabe um dia... Mas vou começar com um blog, contando uma historinha antiga que vive na minha cabeça, quem sabe vocês (meus amigos!) não gostam dela... E vai que um dia eu aprenda a escrever de verdade, não é?
Sejam bem vindos!
beijos, Mari Lott
Só uma mulher consegue entender outra... Só uma mulher se interessa sobre outra. Saquei que essa era a essencia da chicklit e de onde vinha toda minha "doença" por este tipo de literatura.
Na sequência, vieram Férias, Sushi, Casório e todos os livros de Marian lançados no Brasil até hoje que eu corro para comprar a cada fim de ano.
Também conheci e me apaixonei por Helen Fielding, Sophie Kinsella e sua lunática Becky Bloon, Gemma Towley, Mina Ford e tantas outras divertidíssimas escritoras dessa linha.
Sempre senti falta de uma autora desse tipo em terras tupiniquins! Quem sabe até exista alguma por aí, que eu ainda não conheça, né?
A idéia de eu mesma escrever um livro nasceu de um momento de devaneio... Não tenho categoria para isso! Mas sempre gostei de escrever... falar de qualquer bobagem e, numa brincadeirinha, mostrando uma dessas bobagens para algumas pessoas entendidas do assunto, não é que me disseram que poderia dar certo.
Bem, se eu ou publicar um livro, ainda não sei, quem sabe um dia... Mas vou começar com um blog, contando uma historinha antiga que vive na minha cabeça, quem sabe vocês (meus amigos!) não gostam dela... E vai que um dia eu aprenda a escrever de verdade, não é?
Sejam bem vindos!
beijos, Mari Lott
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